O bitcoin iniciou esta segunda-feira, 4 de maio de 2026, em tom de euforia, rompendo a importante barreira psicológica de US$ 80.000. O ativo registra uma valorização superior a 2% nas últimas horas, sendo negociado a aproximadamente R$ 396.000 no mercado doméstico brasileiro, impulsionado por um reposicionamento coordenado de grandes gestoras.
O principal catalisador deste movimento é o retorno agressivo do apetite institucional. Dados consolidados de abril mostram que os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA captaram US$ 2,44 bilhões, sinalizando que o “smart money” está aumentando a exposição após semanas de pressão vendedora no primeiro trimestre. Analistas apontam que este fluxo é estrutural e reflete a visão do BTC como reserva de valor em um cenário macroeconômico de incerteza fiscal.
Enquanto o BTC lidera, o ethereum também apresenta força, sendo negociado a US$ 2.336 (alta de 0,6% no dia). No mercado, o destaque vai para a consolidação institucional de empresas que agora incluem Bitcoin diretamente em seus balanços como estratégia de proteção.
No Brasil, o volume de negociação em brz permanece resiliente, servindo como a principal rampa de liquidez para investidores que aproveitam a quebra de resistência para reforçar posições. Na frente regulatória, o mercado observa atentamente a nova ofensiva de conformidade da SEC contra produtos de rendimento (yield), reforçando a migração do capital para ativos spot e RWAs regulados. A resistência imediata para o BTC agora se desloca para os US$ 82.500.